PAROQUIA SAO JACINTO - TEOFILO OTONI-MG

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Acontecimentos da Páscoa - ENTENDA UM POUCO MAIS!!!

P.21 PÁSCOA

P.21.1 Acontecimentos da Páscoa

§640 O TÚMULO VAZIO

"Por que procurais entre os mortos Aquele que vive? Ele não esta aqui; ressuscitou" (Lc 24,5-6). No quadro dos acontecimentos da Páscoa, c primeiro elemento com que se depara é o sepulcro vazio. Ele não constitui em si uma prova direta. A ausência do corpo de Cristo no túmulo poderia explicar-se de outra forma. Apesar disso, o sepulcro vazio constitui para todos um sinal essencial. Sua descoberta pelos discípulos foi o primeiro passo para o reconhecimento do próprio fato da Ressurreição. Este é o caso das santas mulheres, em primeiro 1ugar, em seguida de Pedro. "O discípulo que Jesus amava" (Jo 20,2) afirma que, ao entrar no túmulo vazio e ao descobrir "os panos de linho no chão" (Jo 20,6), "viu e creu". Isto supõe que ele tenha constatado, pelo estado do sepulcro vazio, que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia simplesmente retomado a Vida terrestre, como tinha sido o caso de Lázaro.

P.21.2 Celebração da Páscoa entre os cristãos e os Judeus

§1096 Liturgia judaica e liturgia cristã. Um conhecimento mais aprimorado da fé e da vida religiosa do povo judaico, tais como são professadas e vividas ainda hoje, pode ajudar a compreender melhor certos aspectos da liturgia cristã. Para os judeus e para os cristãos, a Sagrada Escritura é uma parte essencial de suas liturgias: para a proclamação da Palavra de Deus, a resposta a esta palavra, a oração de louvor e de intercessão pelos vivos e pelos mortos, o recurso à misericórdia divina. A Liturgia da palavra, em sua estrutura própria, tem sua origem na oração judaica. A Oração das horas, bem como outros textos e formulários litúrgicos, tem seus paralelos na oração judaica, o mesmo acontecendo com as próprias fórmulas de nossas orações mais veneráveis, entre elas o Pai-Nosso. Também as orações eucarísticas inspiram-se em modelos da tradição judaica. As relações entre liturgia judaica e liturgia cristã mas também a diferença de seus conteúdos são particularmente visíveis nas grandes festas do ano litúrgico, como a Páscoa. Cristãos e judeus celebram a Páscoa; Páscoa da história, orientada para o futuro, entre os judeus; Páscoa realizada na morte e na Ressurreição de Cristo, entre os cristãos, ainda que sempre à espera da consumação definitiva.

P.21.3 Conseqüências da Páscoa de Cristo

§1225 Foi em sua Páscoa que Cristo abriu a todos os homens as fontes do Batismo. Com efeito, já tinha falado da paixão que iria sofrer em Jerusalém como de um "batismo" com o qual devia ser batizado. O sangue e a água que escorreram do lado traspassado de Jesus crucificado são tipos do Batismo e da Eucaristia, sacramentos da vida nova: desde então é possível "nascer da água e do Espírito" para entrar no Reino de Deus (Jo 3,5).

Vê, quando és batizado, donde vem o Batismo, se não da cruz de Cristo, da morte de Cristo. Lá está todo o mistério: ele sofreu por ti. E nele que és redimido, é nele que és salvo e, por tua vez, te tornas salvador.

P.21.4 Consumação da Páscoa

§1096 Liturgia judaica e liturgia cristã. Um conhecimento mais aprimorado da fé e da vida religiosa do povo judaico, tais como são professadas e vividas ainda hoje, pode ajudar a compreender melhor certos aspectos da liturgia cristã. Para os judeus e para os cristãos, a Sagrada Escritura é uma parte essencial de suas liturgias: para a proclamação da Palavra de Deus, a resposta a esta palavra, a oração de louvor e de intercessão pelos vivos e pelos mortos, o recurso à misericórdia divina. A Liturgia da palavra, em sua estrutura própria, tem sua origem na oração judaica. A Oração das horas, bem como outros textos e formulários litúrgicos, tem seus paralelos na oração judaica, o mesmo acontecendo com as próprias fórmulas de nossas orações mais veneráveis, entre elas o Pai-Nosso. Também as orações eucarísticas inspiram-se em modelos da tradição judaica. As relações entre liturgia judaica e liturgia cristã mas também a diferença de seus conteúdos são particularmente visíveis nas grandes festas do ano litúrgico, como a Páscoa. Cristãos e judeus celebram a Páscoa; Páscoa da história, orientada para o futuro, entre os judeus; Páscoa realizada na morte e na Ressurreição de Cristo, entre os cristãos, ainda que sempre à espera da consumação definitiva.

§1164 O povo de Deus, desde a lei mosaica, conheceu festas fixas a partir da páscoa para comemorar as ações admiráveis do Deus salvador, dar-lhe graças por elas, perpetuar-lhes a lembrança e ensinar às novas gerações a conformar sua conduta com elas. Na era da Igreja, situada entre a páscoa de Cristo, já realizada uma vez por todas, e a consumação dela no Reino de Deus, a liturgia celebrada em dias fixos está toda impregnada da novidade do mistério de Cristo.

P.21.5 Cumprimento da Páscoa do Reino de Deus

§1403 Quando da última Ceia, o Senhor mesmo dirigia o olhar de seus discípulos para a realização da Páscoa no Reino de Deus: "Desde agora não beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco beberei o vinho novo no Reino de meu Pai" (Mt 26,29). Toda vez que a Igreja celebra a Eucaristia lembra-se desta promessa, e seu olhar se volta para "aquele que vem" (Ap 1,4). Em sua oração, suspira por sua vinda: "Maran athá" (1 Cor 16,22), "Vem, Senhor Jesus" (Ap 22,20), "Venha vossa graça e passe este mundo!"

P.21.6 Dia da celebração da Páscoa

§1170 No Concílio de Nicéia (em 325), todas as Igrejas chegaram a um acordo acerca de que a páscoa cristã fosse celebrada no domingo que segue a lua cheia (14 Nisan) depois do equinócio de primavera. Por causa dos diversos métodos utilizados para calcular o dia 14 de mês de Nisan, o dia da Páscoa nem sempre ocorre simultaneamente nas Igrejas ocidentais e orientais. Por isso busca-se um acordo, a fim de se chegar novamente a celebrar em uma data comum o dia da Ressurreição do Senhor.

P.21.7 Eucaristia memorial da Páscoa de Cristo

§1340 Ao celebrar a última Ceia com seus apóstolos durante a refeição pascal, Jesus deu seu sentido definitivo à páscoa judaica. Com efeito, a passagem de Jesus a seu Pai por sua Morte e sua Ressurreição, a Páscoa nova, é antecipada na ceia e celebrada na Eucaristia que realiza a Páscoa judaica e antecipa a Páscoa final da Igreja na glória do Reino.

§1362O MEMORIAL SACRIFICAL DE CRISTO E DE SEU CORPO, A IGREJA A eucaristia é o memorial da Páscoa de Cristo, a atualização e a oferta sacramental de seu único sacrifício na liturgia da Igreja, que é o corpo dele. Em todas as orações eucarísticas encontramos, depois das palavras da instituição, uma oração chamada anamnese ou memorial.

§1363 No sentido da Sagrada Escritura, o memorial não é somente a lembrança dos acontecimentos dos acontecimento do passado, mas a proclamação das maravilhas que Deus realizou por todos os homens. A celebração litúrgica desses acontecimentos toma-os de certo modo presentes e atuais. É desta maneira que Israel entende sua libertação do Egito: toda vez que é celebrada a Páscoa, os acontecimentos do êxodo tomam-se presentes à memória dos crentes, para que estes conformem sua vida a eles.

§1364 O memorial recebe um sentido novo no Novo Testamento. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, rememora a páscoa de Cristo, e esta se toma presente: o sacrifício que Cristo ofereceu uma vez por todas na cruz torna-se sempre atual: "Todas as vezes que se celebra no altar o sacrifício da cruz, pelo qual Cristo nessa páscoa foi imolado, efetua-se a obra de nossa redenção."

§1365 Por ser memorial da páscoa de Cristo, a Eucaristia é também um sacrifício. O caráter sacrifical da Eucaristia é manifestado nas próprias palavras da instituição: "Isto é o meu Corpo que será entregue por vós", e "Este cálice é a nova aliança em meu Sangue, que vai ser derramado por vós" (Lc 22,19-20). Na Eucaristia, Cristo dá este mesmo corpo que, entregou por nós na cruz, o próprio sangue que "derramou por muitos para remissão dos pecados" (Mt 26,28).

§1366 A eucaristia é, portanto, um sacrifício porque representa (toma presente) o Sacrifício da Cruz, porque dele é memorial e porque aplica seus frutos:

[Cristo nosso Deus e Senhor ofereceu-se a si mesmo a Deus Pai uma única vez, morrendo como intercessor sobre o altar da cruz, a fim de realizar por eles (os homens) uma redenção eterna. Todavia, como sua morte não devia pôr fim ao seu sacerdócio (Hb 7,24.27), na última ceia, "na noite em que foi entregue (1 Cor 11,13), quis deixar à Igreja, sua esposa muito amada, um sacrifício visível (como o reclama a natureza humana) em que seria representado (feito presente) o sacrifício cruento que ia realizar-se uma vez por todas uma única vez na cruz, sacrifício este cuja memória haveria de perpetuar-se até o fim dos séculos (l Cor 11,23) e cuja virtude salutar haveria de aplicar-se à remissão dos pecados que cometemos cada dia.

P.21.8 Nomes da Páscoa

§1169 Por isso, a páscoa não é simplesmente uma festa entre outras: é a "festa das festas", "solenidade das solenidades", como a Eucaristia é o sacramento dos sacramentos (o grande sacramento). Santo Atanásio a denomina "o grande domingo como a semana santa é chamada no Oriente "a grande semana". O mistério da ressurreição, no qual Cristo esmagou a morte, penetra nosso velho tempo com sua poderosa energia até que tudo lhe seja submetido.

P.21.9 Realização da Páscoa de Cristo

§731 No dia de Pentecostes (no fim das sete semanas pascais), a Páscoa de Cristo se realiza na efusão do Espírito Santo, que é manifestado, dado e comunicado como Pessoa Divina: de sua plenitude, Cristo, Senhor, derrama em profusão o Espírito.

P.21.10 Significação da Páscoa dos Judeus

§1363 No sentido da Sagrada Escritura, o memorial não é somente a lembrança dos acontecimentos dos acontecimento do passado, mas a proclamação das maravilhas que Deus realizou por todos os homens. A celebração litúrgica desses acontecimentos toma-os de certo modo presentes e atuais. É desta maneira que Israel entende sua libertação do Egito: toda vez que é celebrada a Páscoa, os acontecimentos do êxodo tomam-se presentes à memória dos crentes, para que estes conformem sua vida a eles.

P.21.11 Ultima Páscoa da Igreja

§677 A Igreja só entrará na glória do Reino por meio desta derradeira Páscoa, em que seguirá seu Senhor em sua Morte e Ressurreição. Portanto, o Reino não se realizará por um triunfo histórico da Igreja segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o desencadeamento último do mal, que fará sua Esposa descer do Céu. O triunfo de Deus sobre a revolta do mal assumirá a forma do Juízo Final depois do derradeiro abalo cósmico deste mundo que passa.

P.21.12 Última Páscoa do cristão

§1680 OS FUNERAIS CRISTÃOS Todos 0os sacramentos, principalmente os da iniciação cristã, têm por finalidade a última Páscoa do Filho de Deus, aquela que, pela morte, o fez entrar na vida do Reino. Agora se realiza o que o cristão confessa na fé e na esperança: "Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir.

§1681 A última Páscoa do cristão O sentido cristão da morte é revelado à luz do mistério pascal da Morte e Ressurreição de Cristo, em que repousa nossa única esperança. O cristão que morre em Cristo Jesus "deixa este corpo para ir morar junto do Senhor".

§1382 A Missa é ao mesmo tempo e inseparavelmente o memorial sacrifical no qual se perpetua o sacrifício da cruz, e o banquete sagrado da comunhão no Corpo e no Sangue do Senhor. Mas a celebração do Sacrifício Eucarístico está toda orientada para a união íntima dos fiéis com Cristo pela comunhão. Comungar é receber o próprio Cristo que se ofereceu por nós.

§1683 A Igreja que, como mãe, trouxe sacramentalmente em seu seio o cristão durante sua peregrinação terrena, acompanha-o, ao final de sua caminhada, para entregá-lo "ás mãos do Pai". Ela oferece ao Pai, em Cristo, o filho de sua graça e deposita na terra, na esperança, o germe do corpo que ressuscitar na glória. Esta oferenda é plenamente celebrada pelo Sacrifício Eucarístico. As bênçãos que a precedem e a seguem são sacramentais.

P.21.13 União dos fiéis na Páscoa de Cristo

§793 Ele nos une a sua Páscoa. Todos os membros devem esforçar-se por se assemelhar a ele "até Cristo ser formado neles" (Gl 4,19). "Por isso somos inseridos nos mistérios de sua vida associamo-nos a suas dores como o corpo à Cabeça, para que padecendo com ele, sejamos com ele também glorificados.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

EM BREVE:

FOTOS E NOTICIAS DO 1º CENÁCULO DA PARÓQUIA SÃO JACINTO



E DA EXPOSIÇÃO BÍBLICA REALIZADA PELO GRUPO DE JOVENS DA PARÓQUIA

Retiro espiritual e confraternização dos Ministros da Sagrada Eucaristia - Comunica-Ação Dezembro

VISTA DO ALTAR E DO CRISTO RESSUSCITADO.


MINISTROS DA EUCARISTIA


MINISTROS DA EUCARISTIA


ALMOÇO SERVIDO A TODOS (PRIMEIRO PLANO PADRE ERIVELTO)


TODOS SE SERVEM DE UM DELICIOSO ALMOÇO


VÓ BELINHA (MINISTRA MAIS VELHA) CONTA SEUS CAUSOS


PADRE LUIS PEREIRA NETO (PARÓQUIA SÃO SEBASTIÃO)



JAQUELINE AMORIM (PSICÓLOGA)


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM




PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM


PARTE DA PALESTRA DA DOUTORA JAQUELINE AMORIM



Neste domingo, dia 05 de dezembro de 2010, das 09:00 às 17:00 horas foi realizado na Paroquia São Jacinto, o retiro espiritual e confraternização dos Ministros extraordinários da Distribuição da Sagrada Comunhão.


As atividades se desenvolveram da seguinte maneira:

* 09:00 horas - Todos os ministros participaram da Santa Missa na Matriz São Jacinto, presidida pelo Padre Erivelto Ferreira.
* 10:30 as 11:30 horas - Adoração ao Santíssimo, com a participação dos ministros.
* 12:00 horas - Na escola particular IEDS - Almoço de confraternização dos ministros, Padre Erivelto, Seminarista José Geraldo, Karine (secretaria).
14:00 horas - Palestra proferida pelo Padre Luiz Ferreira da Rocha Neto, Paróquia São Sebastião, com o tema "o chamado para a missão", em que todos os ministros, escolhidos para esta missão deverão fazê-la com amor e dedicação total.
15:30 horas - Palestra proferida pela Psicóloga Jaqueline Amorim, com o tema: Acolhimento. Nesta palestra a Doutora Jaqueline mostrou a importancia do ministro em saber conduzir os casos de visitas aos enfermos e seus familiares. A espiritualidade que ajuda na missão dos ministro.

17:00 horas - O enceramento das atividades do dia foi com um animado "AMIGO OCULTO AMERICANO" onde todos os ministros participaram e fizeram a famosa troca de presentes, desejando a todos um NATAL abençoado e um ANO NOVO cheio de realizações.



COMUNICA-AÇÃO = DEZEMBRO/2010
Retiro e confraternização
Realização do 1º retiro espiritual dos Ministros Extraordinários da Sagrada Eucaristia da Paróquia São Jacinto.





Em clima de fraternidade e oração foi realizado o retiro e confraternização dos ministros da Paróquia São Jacinto.

O retiro teve início com a SANTA MISSA às 9h00 presidida pelo Pe. Erivelto. Na oração do Pai-nosso, ele conclama os fieis a rezarem na intenção da fidelidade dos ministros. Em seguida O Ministro Eduardo animou a adoração ao Santíssimo. Foi um momento emocionante. Na intimidade com JESUS EUCARÍSTICO, cada participante pode refletir sua atuação e ao mesmo tempo Nele se fortalecer para a missão. Sentimos uma verdadeira família



 
Em clima de partilha e confraternização com a presença do Pe. Erivelto foi servido o almoço.

Apesar da alegria, não se desfez a saudade com a notícia da transferência do nosso dedicado pároco. Foi-lhe presenteada uma agenda com uma mensagem expressando o carinho e os agradecimentos por tudo e principalmente pela confiança nos ministros. Que Deus torne o seu sacerdócio ainda mais fecundo.


Um dos momentos mais esperados foi a fala do Pe. Luiz que abordou o tema: Graça, Serviço e Responsabilidade. Animado e tocando o seu violão puxou vários cantos.  Embasado em textos bíblicos ele chamou a atenção para a importância de ser ministro. Em torno de 10.000 paroquianos apenas 32 ministros foram escolhidos. Isto torna os ministros distintos e referências para a comunidade, portanto deve cuidar-se em dar testemunhos e exemplos. Ser ministro é ato de responsabilidade. A assiduidade, pontualidade nas orações e principalmente nas Eucaristias deve ultrapassar as escalas. Os Ministros devem reunir pelo menos uma vez por mês, mesmo não tendo pauta, ainda que seja um encontro com os colegas.  O zê-lo, o cuidado com os objetos sagrados, até mesmo com a veste (capinha) deve transparecer o amor ao cumprir esta missão. Servir aos irmãos não é fazer por eles aquilo que eles mesmos podem fazer: exemplo levar a comunhão para quem pode ir à missa. Mas, deixar-se impregnar pelo amor, colocando as mãos, pés, mente, todo o seu ser, a disposição de JESUS, no atendimento aos irmãos doentes, idosos e necessitados. Em cada ministro deve transpareçer o rosto bondoso de JESUS. O Ministro partilha o mais sublime  dos alimentos: Jesus Eucarístico. Portanto exerça este ministério com sublimidade.



Dra Jaqueline, psicóloga, abordou a questão do acolhimento, acompanhamento e resgate da auto-estima. Ela deixou claro que ninguém consegue passar algo bom para o outro se ele não tiver bem. Antes de ir ao assistido é preciso que você faça um trabalho consigo. Depois disto algumas precauções devem ser tomadas.  Ao assistir um doente ou idoso, observe-o bastante. É necessário ter cuidados. Deve-se evitar afetos e proximidade com doentes que tenham doenças transmissíveis, mas nada impede que se acolha bem e com afetos (abraços) os outros. Ela destacou em sua fala que quando o ministro for dirigir aos assistidos, não leve palavras tristes, mas também não levante falsas esperanças. É preciso equilibrar a fala. Antes de encerrar o evento teve a revelação do amigo oculto e cada um pode expressar o carinho que tem pelo outro. Finalizando o coordenador agradeceu aos participantes, à todos aqueles que propiciaram ao evento: Pe Erivelto pelo apoio, Eduardo pela animação, à Bete que preparou o delicioso almoço, à Karine pela solicitude, à IEDES pelo espaço, à Lílian, Angélica e Dilma pelo esmero e ao Pe Luiz e Dra Jaqueline,  pela valiosa contribuição.  Cremos assim que o retiro preparou os corações dos ministros para o natal. E, Natal é sempre momento de reencontro e acolhida, uma festa da contemplação e harmonia. Que a felicidade de cultivar esse espírito natalino continue presente em nossas vidas e aqueça nossos corações.

Boas Festas!
Aos Ministros, Ministras e familiares da Paróquia São Jacinto
Votos sinceros da Coordenação





A TODOS QUE ACESSAREM O BLOG, O NOSSO DESEJO DE MUITA PAZ E SABEDORIA!!!

By: Paróquia São Jacinto